“Tô na moda!”

Chegando ao escritório, antes mesmo, às 13h, fui ver meus e-mails. Entre eles, um da minha amiga Gabriela Michels, publicitária e baita profissional. Geralmente não abro as mensagens com vídeos e fotos que não apareçam no corpo do e-mail. Porém, não sei porquê cargas d´água resolvi ver o vídeo que a Gabi enviou.

Título: Sacolas Plásticas.

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Assistindo o videozinho de menos de quatro minutos, pude perceber que eu ando fazendo uma grande besteira ao longo de muitos anos. Toda vez que vou ao supermercado, utilizo sacolas plásticas para levar minhas compras para casa. A degradação do meio-ambiente está ficando incontrolável. E pelo visto, muito está se perdendo da nossa fauna em virtude da falta de conscientização dos consumidores, inclusive, a minha.

Lembro que, quando criança, eu ia ao “armazém” fazer compras para minha mãe e sempre carregava comigo uma sacola de nylon. Ela estava sempre pendurada atrás da porta e era sagrada. Ai de quem a estragasse, pois servia para carregar os alimentos do dia, ou mesmo da semana. Não existiam as sacolas plásticas naquela época. Existiam sim, os cartuchos de papel, que as madames carregavam em seu colo como se fossem bebês. Sim, era exatamente assim.

Com a chegada das sacolas plásticas, os cartuchos foram abandonados e as sacolas de pano ou nylon também.

Hoje, vemos em todos os cantos, campanhas para que as pessoas voltem a utilizar este material para embalar suas compras. Economizo água, economizo energia elétrica, tento ao máximo separar o lixo e agora, terei mais uma opção na hora de colaborar com o meio-ambiente.
Virou artigo de luxo as tais sacolas de pano. Madames de todas as classes carregam consigo este material para embalar suas compras. Chique! Sim, tornou-se chique. Mas mais que isto, tornou-se necessário. Minha sacola já está dentro do carro, para que, na próxima ida ao supermercado ela esteja lá, pronta pra utilização.

Assista o vídeo aqui:


E se é pra cuidar do planeta e fazer minha parte eu digo: “to na moda”!

Cláudia Kunst

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Uma resposta

  1. muito boa essa matéria…
    acho que deveria ser proibido mesmo…
    pois com a proibição todos tem que se adaptar. Acho que se depender da conscientização vai demorar d+. Não há tempo para isso. Seria legal pressionar politicos, vereadores ou deputados, para escreverem uma lei… mesmo que seja local.

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